A Fábrica de Brinquedos do Belém: A História da Estrela

O resgate histórico de hoje vai trazer boas lembranças aos nossos leitores mais “velhos”. A ideia é falar sobre uma das mais tradicionais fábricas de brinquedos do nosso país, a histórica Estrela. Criada na zona leste de São Paulo, no bairro do Belém, no dia 25 de junho de 1937, seu patriarca foi Siegfried Adler, um alemão que buscava ganhar a vida na cidade.  O empresário viu em uma pequena fábrica falida de bonecas de pano e carrinhos de madeira uma possibilidade de negócio. Investindo todo seu dinheiro em tempo para criar uma marca que fosse referência na infância dos brasileiros, Adler foi o responsável por lançar a primeira boneca da nova empresa. Com 38 cm ela tinha corpo de tecido e rosto de massa. Era o começo de uma empresa que marcaria gerações de brasileiros.

Anos depois, na década de 40, a empresa lançou o cachorro Mimoso, o primeiro brinquedo brasileiro, feito em madeira, que se movimentava e produzia som. Na sequência Adler conseguiu lançar o Banco Imobiliário, versão brasileira do Monopoly, o jogo de tabuleiro mais popular do mundo. As bonecas, que até o final dos anos 40 eram feitas em uma massa inquebrável, passaram a ser de plástico a partir da Pupi, uma boneca articulada de 35 cm, que “dormia e chorava”, lançada no início da década de 50.

Logo na sequência e empresa investiu em bichinhos e bonecos de vinil, que eram mais flexíveis e indicados para crianças pequenas ou bebês. Como uma empresa familiar, com a morte do seu fundador, em 1958, a esposa de Siegfried assumiu a presidência, pois o filho do casal, Mário, encontrava-se nos Estados Unidos.

Foi ela a responsável pelo lançamento de brinquedos elétricos, dentre os quais o autorama com pistas de corrida e carrinhos para desafiar a habilidade dos garotos. Essa alcunha, Autorama, inclusive, passou a ser o sinônimo de brinquedos ligados à velocidade com direito, inclusive, à citação no Dicionário Aurélio.

A Estrela introduziu, nesse período, outro conceito de grande sucesso, a boneca fashion (fashion doll), com o lançamento da SUSI, que foi extremamente popular por diversas gerações de meninas brasileiras até 1985, quando deixou de ser fabricada, tendo vendido mais de 20 milhões de unidades.

Voltando à história da empresa, Mário Adler, filho de Siegfried, retorna ao Brasil em 1964 com 19 anos e se torna presidente da Estrela. Tendo nas mãos uma empresa consolidada no mercado, ele procurou manter o seu desenvolvimento buscando modernizá-la com a ajuda do marketing. Dessa forma, a ideia foi enfatizar o reconhecimento da marca através de uma grande divulgação em eventos nacionais, internacionais e programas de TV. Nesta década a linha de produtos foi ampliada com lançamentos inovadores, como a primeira boneca mecânica (Gui Gui), que sorria quando abria e fechava seus braços; e a boneca Beijoca, que “mandava beijinhos”.

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Em 1970 a Estrela passou a trabalhar o conceito de figuras de ação. Essa categoria teve seu marco com o lançamento do Falcon, primeiro boneco para meninos. O grande sucesso dessa coleção foi “Falcon Olhos de Águia”, que movimentava os olhos, quando apertado um botão localizado em sua nuca. Outro grande sucesso dessa época foi a boneca Amiguinha, que ficou famosa por seu tamanho – 90 centímetros, e que hoje está de volta ao mercado em versão atualizada. Em seguida surgiram os carros rádio controlados, que teve o Stratus como primeiro modelo. A década seguinte foi marcada pelo lançamento do Genius, o “computador que fala”, sendo o primeiro brinquedo eletrônico do país.

A eletrônica também foi incorporada às bonecas, que passaram a ser mais interativas, em modelos como a Amore, introduzida em 1986. Outras inovações surgiram nessa linha, como a Sapequinha, primeira a utilizar fibra óptica e foto sensor para “perceber” a aproximação da criança, e a Bate-Palminha, que “cantava” quando suas mãos juntavam-se.

Mesmo com todo esse sucesso adquirido nas décadas anteriores, a Estrela enfrentou graves momentos de crise a partir do início dos anos 90. A empresa sofreu um forte abalo com o processo de abertura do mercado brasileiro, que atingiu não somente a ela, mas toda a indústria de brinquedos do país.

As chegadas de produtos chineses e a viralização de produtos falsificados e contrabandeados também contribuíram para reforçar os resultados ruins da empresa. Outro ponto que favoreceu essa crise foi o rompimento com a Mattel que, após uma batalha judicial, retirou o direito da empresa de produzir a Barbie, ícone do segmento de bonecas.

Mesmo com todos esses problemas a Estrela não se deixou abater e, por isso, é marca presente no nosso dia a dia até hoje. Em 1992, apostando na qualidade, a ESTRELA foi a primeira empresa do segmento de brinquedos a receber a certificação ISO 9002 na produção de seus brinquedos, nas suas instalações e nos serviços prestados.

Em 1996, Carlos Tilkian assume a presidência da empresa e passa a procurar formas de enfrentar e vencer a crise. Em 1997, as bonecas SUSI, que não eram fabricadas há mais de 10 anos por causa da chegada da Barbie, voltaram ao mercado.

Além disso, alguns clássicos como Banco Imobiliário, Detetive, Jogo da Vida e Combate tiveram a sua categoria reforçada com a chegada dos jogos inspirados em populares programas de TV como o Show do Milhão, o Big Brother Brasil e No Limite. Em meio às todas essas dificuldades a empresa aprendeu a usar tecnologia e componentes chineses para renovar produtos antigos e competir ainda com a Internet e os jogos eletrônicos.

Com essas atitudes, nos anos seguintes, a empresa teve um crescimento gradativo, superando a crise. A ideia foi modernizar a linha de produto, relançar alguns clássicos e inovar no que fosse possível. E dessas convicções surgiram brinquedos como: o carro movido a energia solar, helicóptero controlado pelo iPhone, carrinho de controle remoto com sensor e boneca Susi com realidade aumentada estão entre as novidades recentes da ESTRELA para continuar conquistando uma nova geração de consumidores.

Além disso, a empresa aposta na migração de alguns de seus jogos clássicos, como Detetive e Cara a Cara, para aqueles que podem ser jogados em novas mídias, como o iPad e o Twitter. Entre os relançamentos, ferramenta de marketing adotada pela empresa para resgatar fãs saudosistas, estão jogos que fizeram sucesso nas décadas de 80 e 90 como o Boca Rica, Morcegos Equilibristas e Guerra das Aranhas.

A chegada dos novos tempos fez com que a empresa investisse nas redes sociais para se manter na mente dos brasileiros e de seus consumidores. Nos últimos anos, em vez de jogar a toalha, a empresa vem reconquistando pouco a pouco o terreno perdido. O mais curioso dessa história é que a recuperação se deu graças à China, de onde passou a importar produtos de maior valor agregado, e ao mundo virtual com seus milhares de fãs saudosistas.

Referência: http://mundodasmarcas.blogspot.com.br/2006/06/estrela-um-mundo-de-encanto.html

http://www.estrela.com.br/nossa-historia/

109 comentários em “A Fábrica de Brinquedos do Belém: A História da Estrela

  • 18 de abril de 2017 em 08:38
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    tenho lembranças boas pois trabalhei por 5 anos na sessão de costura na fabrica da marcos de arruda estava a par de todas os lançamentos e comprava muitos para sobrinhos deixou saudades quando casei fui mandada embora mas continuei comprando os brinquedos só que agora era para meu filho que continuei para o meu neto

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    • 1 de maio de 2017 em 20:17
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      Oi tudo bem? Gostaria de fazer contato com funcionarios da fabrica estrela dos anos 60 para resgate de pessoas amigas deste periodo.

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      • 22 de maio de 2017 em 15:21
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        Boa tarde Walde. Eu trabalho atualmente na Estrela e conheço algumas pessoas que estão na rmpresa a mais tempo

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        • 1 de janeiro de 2019 em 14:46
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          OI. Claudia, obrigado pelo retorno, meu assunto em relação a historia da Estrela beira o ano de 1960. Não sei se encontraria funcionários daquela época, hoje eles estariam com idade de 80 anos. Houve um acontecimento que poderia lhe dizer no proximo contato.

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          • 27 de julho de 2019 em 09:13
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            Oi. Trabalhei na Estrela de 1966 até 1994quando sai.

          • 27 de julho de 2019 em 21:42
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            O senhor teria alguma foto antiga que pudesse compartilhar?

          • 29 de agosto de 2019 em 20:29
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            Minha mãe trabalhou nessa época nas bonecas Aparecida de Moura o nome dela

          • 14 de abril de 2020 em 02:34
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            A bola de borracha da Estrela sempre foi a melhor joguei muito com ela claro que faziamos vaquinha pra compra pq o preço pra época era bem salgado mas valia a pena produto de primeira linha…

          • 14 de abril de 2020 em 18:31
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            Meu pai trabalhou na Estrela em 1960 foi o primeiro trabalho dele em SP infelizmente hoje falecido…

        • 4 de janeiro de 2020 em 02:23
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          Meu pai trabalhou anos lá infelizmente não conheci ele se separou da minha mãe quando tinha 11meses ele se chamava Gildo Santana Santos se alguém lembra me ajudem obrigada

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          • 13 de junho de 2020 em 18:32
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            Gostaria de poder ter a oportunidade de ver a estrela voltar a fabricar a mãezinha e a bebezinho novamente pois eu iria dar a bebezinho para minha filha que hoje tem 38anos na época foi roubada e a mãezinha perdida em UMA mudança .Quem.sabe

        • 14 de abril de 2020 em 18:42
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          Tb trabalhei na Estrela de 1966 a 1994. Temos um grupo no Facebook para ex e atuais funcionários. Chama-se Estrela de todos os Tempos. Procure e peça para participar. Importante frizar que é ex funcionaria

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        • 17 de abril de 2020 em 10:06
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          Bom dia, nos diga onde a Estrela esta atualmente é se ainda é grande como antigamente,quantos funcionários mais ou menos ela tem hoje,obrigado.

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      • 2 de maio de 2019 em 06:45
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        Meu pai trabalhou lá muitos anos Sr José fanti

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        • 15 de abril de 2020 em 20:36
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          Olá, sou Cleia Saraiva. Trabalhei na Estrela de 1984 a agosto de 1990. Fui despedida devido a crise plano collor (qdo ele prendeu o $ do povo, além da dita abertura de mercado). Trabalhei na unidade de guarulhos, planta da foto! Meus superiores eram sr Schain, Waldir, Dalva, Toninha, Elza, entre outros. Lembro muito carinho do tempo na Estrela. Era muito criança, entrei na empresa com 14 anos, de lá pra cá nunca mais parei, trabalho até hoje!!! 😍

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          • 21 de maio de 2020 em 12:08
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            Tenho um par de raquetes de tênis que comprei em 1978.

        • 14 de junho de 2020 em 17:13
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          Sou Sophia trabalhei na Estrela de 1959 até 1968, quando me casei. Era muito bom trabalhar lá, tínhamos muitos benefícios e éramos uma família. Comecei nós Recursos Humanos e depois passei para as Vendas.

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      • 27 de julho de 2019 em 22:05
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        OLA ! MEU FALECIDO PAI, JOAQUIM FIUZA , TRABALHOU NA ESTRELA DECADA DE 50 A 63 MAIS OU MENOS , FOI ELETRECISTA DE MANUTENÇÃO NA FABRICA MARCOS ARRUDA ! EU TAMBEM FUI PRIVILEGIADA, MEU PAI COMPRAVA OS LANÇAMENTOS DAS BONECAS PARA MIM E OS BRINQUEDOS MASCULINO DA ÉPOCA PARA MEU IRMÃO. BONS TEMPOS. SAUDADES.

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        • 5 de janeiro de 2020 em 13:59
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          Boa tarde Miriam seu pai era meu primo trabalhei Estrela 1964
          a1969

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          • 14 de abril de 2020 em 16:59
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            Eu tenho boas recordações,adorava trabalhar no cetor de madeira,tinha lembro de e cada detalhe, gostaria de ter contato com as pessoas desta época, 1986 a 91 como foi bom .

        • 18 de abril de 2020 em 11:51
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          OLA MINHA QUERIDA BOM DIA EU TRABALHEI NO ANO DE 1953 ATE 1991 E CONHECI SEU PAI–SAUDADES

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      • 3 de janeiro de 2020 em 09:23
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        bom dia eu sou cleide neli goncalves trabalhei 11 anos na parte da metarlurgica era embaladora depois passei para o controle de qualidade tive uns dias em maua trabalhei na decada de 1987ate 1998 acho kkk nao me lembro a data muito bem
        minha familia trabalhou quase toda na estrela muito bom relembrar amava trabalhar la

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      • 3 de janeiro de 2020 em 19:25
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        Em São Paulo, no Brooklin, rua Barão do Triunfo, tem o hospital das bonecas que conserta.

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      • 6 de fevereiro de 2020 em 17:40
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        Olá Walde, sou a Nadir Marques da Silva, trabalhei na estrela da Marcos Arruda no período de 61 a 76. Era técnica em bonecas, meu chefe era o Madureira, tinha uma amiga a Jane, o Nain era Vendedor. Meu cunhado era o Renzo Di Francesco Colombo – Cronometrista. Casou com minha irmã Neuza, que também trabalhou na estrela na decada de 60. Pode se comunicar comigo no email: evrelevadores@yahoo.com

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        • 14 de abril de 2020 em 14:41
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          Nadir, trabalhei na Estrela de 1965 até 1992. Renzo di Francesco Colombo foi meu funcionário no Laboratório, na Unidade 3, na via Dutra.

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  • 18 de abril de 2017 em 16:00
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    Trabalhei 5 anos e 9 meses na Fabrica de Brinquedos Estrela da Vila Maria e tenho boas recordações deste período.
    Foi lá que conheci minha esposa (Antônia Franco de Carvalho) com quem estou casado a 35 anos.

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  • 18 de abril de 2017 em 16:03
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    Digo Parque Novo Mundo São Paulo

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    • 7 de dezembro de 2018 em 22:57
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      Era na Dutra ou Aricanduva?

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      • 24 de fevereiro de 2019 em 11:11
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        Francisco, a Estrela dos anos 70..80…ficava na Rua Cabo Norberto Enrique Weber no Parque novo Mundo…Ficava próximo a Rod. Dutra e também a Fernão Dias…
        Antes era na Rua Joaquim Carlos no Belém.

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      • 28 de julho de 2019 em 06:43
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        No cruzamento da via Dutra com a rodovia Fernão Dias.

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  • 18 de abril de 2017 em 18:24
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    Trabalhei por 16 anos na Estrela.
    Empresa invejável, excelente ambiente de trabalho, na época, já na frente de seu tempo oferecia refeitório, cooperativa, clube e organizava diversas festividades para os empregados.
    Trabalhava com tecnologia de ponta, tinha a melhor ferramentaria do país, sua oficina de costura era maior que muitas confecções.
    A linha de montagem era fantástica, o investimento na mídia igualmente, chegou a ser a maior anunciante do país.
    A empresa praticava uma excelente parceria com os clientes.
    A administração e diretoria eram bem humanas.
    Foi muito bom trabalhar nessa empresa.

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    • 1 de maio de 2017 em 20:32
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      Fantastica empresa, muito boas recordacoes de amigos dos anos 60

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    • 22 de maio de 2017 em 21:05
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      Alguém lembra de Antonio Forgioni??

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      • 5 de fevereiro de 2018 em 14:56
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        eu lembro, trabalhei com ele em Compras

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        • 28 de julho de 2019 em 00:55
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          Solange, trabalhou na Estrela?

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          • 30 de agosto de 2019 em 15:17
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            sim, trabalhei em Compras de 84 até 93, o Antonio Forgioni, também era de compras

        • 28 de julho de 2019 em 01:05
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          Uma vez, era criança, meu autorama quebrou e não achava quem consertasse. Escrevi uma carta para a Estrela pedindo peças de reposição. Minha carta foi respondida por uma funcionária Solange. Será que foi você?

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      • 3 de maio de 2019 em 07:33
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        Meu nome é Silvio Sanches, trabalhei na Estrela desde 1965 até 1985, Neste período compartilhei trabalhos com o Forgioni. Trabalhavamos juntos no Departamento de Compras.
        Bons tempos!!!

        Resposta
      • 3 de maio de 2019 em 07:38
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        Trabalhei na Estrela de 1965 a 1985 e nesse período compartilhei com o Forgioni muitos trabalhos no departamento de compras.

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      • 14 de abril de 2020 em 07:06
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        Oi Vera.
        Trabalhamos juntos por 6 anos.
        Ele foi meu superior.

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    • 2 de janeiro de 2019 em 18:29
      Permalink

      Oi Sr. Sergio, gostaria de ter um breve contato com alguém que vivenciou um acontecimento nos anos 60 na fabrica estrela. Era vizinho da fabrica e recebi socorro deles. Estou vivo hoje graças a um atendimento que tive pelo depto medico da Estrela, eu era vizinho e recem nascido. Saber os nomes das pessoas que atuavam na fabrica medico ou enfermeira, seria muito importante para mim. Esta historia so fiquei sabendo a pouco tempo,.

      Resposta
  • 22 de maio de 2017 em 11:40
    Permalink

    Quantas saudades! Meua filhos tem ainda hoje briquedos da Estrela. Minga filha hoje com 38 anos tem a boneca barby. Minha neta brinca com ela.Meu filho de 40 anos tem o ferro horama e o banco imobiliário.

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  • 4 de setembro de 2017 em 18:14
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    minha mae trabalhou na estrela nos anos80 a 90 foi uma boa epoca lembro que a empresa presenteava os filhos dos funcionarios nos fins de ano e tinha a cooperativa que vendia brinquedos aos funcionarios com preços mais encontra sdd mamae trabalhou no belem

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    • 16 de abril de 2020 em 22:24
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      Trabalhei na Estrela no início dos anos 80 como contador e embalador de peças no setor das injetoras, meu chefe era o Nelson o sub chefe o Sr Navarro.

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  • 12 de dezembro de 2017 em 23:03
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    Nasceu no Belém, mas essa foto é nas instalações no Parque Novo Mundo, onde até o Michael Jackson veio conhecer em 1993.
    Foi tudo demolido alguns anos atrás.

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  • 13 de dezembro de 2017 em 17:54
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    Trabalhei de 1976 a 1981 na unidade do Belenzinho.
    Excelente empresa, trago de modelo até os dias de hoje.

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  • 13 de dezembro de 2017 em 20:16
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    Traabalhei de 1974 a 1982 como ajustador mecanico e desenhista mecanico sai e montei a minha fabrica de brinquedos em 1983 hoje sou o segundo maior produtor de bolas de vinil do brasil

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    • 14 de abril de 2020 em 14:53
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      Trabalhei muito no desenvolvimento de bolas de vinil da Estrela, que foi a primeira a fazer bolas coloridas com o nome de Bienal, tecnologia que foi copiada depois por outros fabricantes.

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  • 14 de dezembro de 2017 em 14:18
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    Sou fã da marca e gostaria e saber se tem como eu adquirir a boneca SUSI – vestida de baiana – produção de 1965 provavelmente … Carlos Tilkian conto com a sua ajuda !!! Trata-se de um tema muito, muito especial e importante da minha vida. Obrigada.

    Resposta
    • 2 de janeiro de 2019 em 18:30
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      Oi Sr. Sergio, gostaria de ter um breve contato com alguém que vivenciou um acontecimento nos anos 60 na fabrica estrela. Era vizinho da fabrica e recebi socorro deles. Estou vivo hoje graças a um atendimento que tive pelo depto medico da Estrela, eu era vizinho e recem nascido. Saber os nomes das pessoas que atuavam na fabrica medico ou enfermeira, seria muito importante para mim. Esta historia so fiquei sabendo a pouco tempo,.

      Resposta
    • 2 de janeiro de 2019 em 18:32
      Permalink

      Oi Elaine, gostaria de ter um breve contato com alguém que vivenciou um acontecimento nos anos 60 na fabrica estrela. Era vizinho da fabrica e recebi socorro deles. Estou vivo hoje graças a um atendimento que tive pelo depto medico da Estrela, eu era vizinho e recem nascido. Saber os nomes das pessoas que atuavam na fabrica medico ou enfermeira, seria muito importante para mim. Esta historia so fiquei sabendo a pouco tempo,.

      Resposta
  • 24 de dezembro de 2017 em 23:45
    Permalink

    E uma pena a estrela deixar a sua sede no parque novo mundo, onde durante quarenta anos produziu sonhos de uma gerações como a minha . Acho que deveria permanecer esse patrimonio histórico .

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  • 26 de janeiro de 2018 em 23:38
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    Oi eu trabalhei lá em 1985 gostaria de saber dos meus amigos dessa época

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    • 30 de abril de 2019 em 20:08
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      trabalhei de 79 a 92 no Depto Pessoal..Pq Novo Mundo..melhor empresa que trabalhei.

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      • 30 de julho de 2019 em 07:42
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        Trabalhei de 87 a 91, estudei no Senai/Brás através da Estrela. Conheci o Sergio do RH.
        Meu pai também trabalhou como guarda de segurança, ambos na fábrica do Pq. Novo Mundo.
        Saudades e muito orgulho de fazer parte da maior empresa de brinquedos do mundo no seu auge.

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      • 30 de agosto de 2019 em 09:18
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        Sérgio dorminhoco?! Trabalhei contigo no Depto pessoal. Passa um numero de contato ou e-mail que temos uma grupo do depto que nos reunimos todo ano, vão gostar de te ver novamente.

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        • 31 de agosto de 2019 em 10:20
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          Fala Vagnão, quanto tempo hein.
          Júlio Aranda 👍

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    • 14 de abril de 2020 em 13:26
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      Meu avô José Batista trabalhou por 50 anos e se aposentou na empresa … Iníciou quando a empresa ainda estava em seu início, acompanhou todo o crescimento da empresa, ajudou em várias conquistas, foi responsável pela ideia e criação das piscinas na Fábrica no novo mundo. Iniciou sua carreira como auxiliar de escritório escritório na estrela quando ainda a empresa tinha apenas 8 funcionários … Após anos de trabalho e dedicação se tornou diretor financeiro e braço direito do Adler… Se aposentou por lá e hoje está comemorando seu aniversário de 94 anos tomando uma cerveja e relembrando de suas histórias em seu escritório … De visitas em sua sala e efetuação de pagamentos para o rei Pelé e Airton Senna e a participação do projeto da fábrica do novo mundo … Se enche de orgulho para contar as histórias …

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      • 18 de abril de 2020 em 12:13
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        OLA MEU QUERIDO BOM DIA EU ME LENBRO DO SEU PAI UM EXCELENTE CARATER-TRABALHEI NO ANO DE 1953 ATE 1991-MANDA UM ABRALO A ELE E TODA FAMILIA

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  • 30 de abril de 2019 em 22:17
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    Que bom, pensei que não existisse mais.

    Resposta
  • 1 de maio de 2019 em 00:42
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    Quando a Gui gui voltará?

    Resposta
  • 1 de maio de 2019 em 11:42
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    Meu sogro foi o 13º empregado da Estrela. Aposentou-se depois de 35 anos empregado na mesma Empresa, e, junto com a esposa teve Plano de Saúde pago pela Estrela, até o fim da vida. Um bom reconhecimento empresarial.

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  • 1 de maio de 2019 em 21:33
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    Meu pai trabalhou por 27 anos, na Joaquim Carlos, com seguros, me lembro de ir visitar show room de brinquedos, muito interessante a estória da empresa.

    Resposta
  • 2 de maio de 2019 em 01:01
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    Nossa que história linda e encantadora dessa empresa que mesmo nos momentos de dificuldade não se abateu, pelo contrário se superou e ainda continua fazendo brinquedos de qualidade, parabéns.

    Resposta
  • 2 de maio de 2019 em 23:29
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    Trabalhei em diversos setores, fui admitido como auxiliar de escritório e demitido como supervisor de tempos e métodos, na quele tempo não existia fundo de garantia e a empresa não permitia que a gente estabilizar então tive que sair, foi muito bom trabalhar nesta empresa.

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  • 8 de maio de 2019 em 09:53
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    o problema de estrela assim como o mesmo de milhares de empresas brasileiras que, só quer faturar cada vez mais e acham que podem concorree xom a china. se declaram de otima e unica qualidade, dai vem o povo que nao são nada idiotas e param de usar seus produtos pois os chineses são os mesmos brasileiros que compram de lá para vende cá

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  • 8 de maio de 2019 em 13:08
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    Morei ali nas proximidades da fábrica do PQ novo mundo (pra mim ali era Jd Guança mas ok) fui a pé muitas vezes numa espécie de lojinha de fábrica que tinha e vendia brinquedos mais baratos, hoje tenho 32 anos e guardo boas lembranças da marca não só pelo que via na tv, mas tbm por estar ali ao lado então é muito ligado ao período de minha infância

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  • 8 de maio de 2019 em 14:28
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    Olá trabalhei de 86 a 92 na unidade do Pq novo mundo e depois na rua Marcos Arruda, no recebimento e almoxarifado
    Bons tempos conheci minha esposa lá unid 3 em 86, e casamos em 90 e construímos uma linda familia. Trabalhamos muito com horas extras construímos nossa casa e todo o evento do casamento graças a essa empresa maravilhosa! Hoje passo ali onde era a empresa e foi tudo demolido, muito triste! Mas adorei essa reportagem!

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  • 7 de junho de 2019 em 17:12
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    Trabalhei 08 anos na Estrela, no setor de P.C.P ( 1987 a 1995 ) . Foi uma benção na minha vida. Tenho amigos que tenho contato até hoje.

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  • 8 de junho de 2019 em 00:58
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    Hoje a fábrica fica no interior de São Paulo, entre as cidades de Mogi Mirim e Itapira.

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  • 8 de junho de 2019 em 14:26
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    Trabalhei lá na manutenção entre 2000 e 2001 , ainda era uma boa empresa. Cristiano, Gonçalves e Denilson eram colegas de trabalho .

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  • 8 de junho de 2019 em 16:34
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    Tenho um bebezão de borracha lindo da Estrela com mais de 60 anos. É uma relíquia que guardo com muito carinho.

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  • 11 de junho de 2019 em 16:52
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    Meu pai éra comprador das lojas Reunidas,no centro de S.Paulo,na rua Direita,ele tinha muito contato com o Sr Adler,havia também o Sr Stuca diretor. Esse cachorro mimoso o qual a reportagem menciona foi meu pai quem vendeu a patente para a Estrela. Eu tive a oportunidade de visitar varias vezes o Shou room que era um espetáculo.Se meu pai estivesse vivo ficaria muito contente em ler essa reportagem.Carlos Sesti

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  • 14 de junho de 2019 em 05:49
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    Trabalhei na Estrela de 1980 a 1992 na fábrica pq. Novo mundo no depto. fiscal, época inesquecível, empresa nota 10, muitos amigos que se perderam pelo tempo. Gostaria muito de revelos , conversar e lembrar dos velhos tempos.

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    • 27 de julho de 2019 em 15:52
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      Eu tenho.a boneca AMiGUINHA da Estrela faz uns 40 anos.Quero concertar a perna pq ela não anda mais

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    • 3 de janeiro de 2020 em 19:22
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      Quando criança, meu irmao e eu fomos capa de dois jogos da Estrela (Opinião (os dois) e Front (só eu). De cachê, ganhei uma boneca Amiguinha e nós dois uma mesa de ping ping. Pudemos ir lá na fábrica para escolher. Meu tio HEJO era o fotógrafo que produzia as capas dos jogos. Também participei de um filme no autódromo de Interlagos, onde atravessava a pista levando um velocípede nas mãos para mostrar como era leve. Infelizmente, nunca o vi, pois queimou junto com a fábrica num incêndio.

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  • 26 de julho de 2019 em 20:48
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    Tenho uma história muito interessante minha mãe era diarista de uma senhora que se chamava dona Sofia esposa do senhor Ido que pelo que minha mãe contou eram sobrinhos do dono da estrela e presentearam ela com o primeiro boneco de vinil que a estrela fez como esta senhora só tinha filhos homens e eu era pequena e esta senhora deu este boneco para mim que tenho até hoje estou com 68 anos e adoro ele

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  • 27 de julho de 2019 em 07:04
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    Meu filho fez comercial de tv lançando brinquedos. Bom saber que a fábrica ainda existe.

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    • 14 de abril de 2020 em 01:41
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      Eu tenho o banco imobiliário e o boca rica até hoje ,eu ganhei da minha querida mãe ,eu tenho 45 anos ,guardo com carinho

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  • 27 de julho de 2019 em 15:48
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    Eu tenho a boneca AMiGUINHA. faz uns 40 anos .Eu comprei muitos brinquedos da Estrela para presentes. Saudades.

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  • 27 de julho de 2019 em 20:43
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    Seria fantástico, maravilhoso se a Estrela fizesse o relançamento do Autorama com seus carros de Fórmula 1, nos tempos do Emerson Fittipaldi, um sensacional brinquedo que contagiou gerações e que os velhinhos hoje e crianças na época, curtem até os dias de hoje.

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  • 28 de julho de 2019 em 14:24
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    Eu tenho um Colossus a aproximadamente 35 anos, intacto e funciona até hoje, sempre bem cuidado e guardado.

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  • 29 de julho de 2019 em 07:43
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    Ganhei com 1 aninho uma boneca de borracha, tenho até hoje, irá completar 62 anos.
    E ganhei a princesinha.
    Se mandar foto será que alguém saberia o nome original dessa boneca?

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  • 29 de julho de 2019 em 11:27
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    Tenho hoje 74 anos de idade ,mas lembro-me perfeitamente de um catálogo de brinquedos fabricados na Estrela que aparecia em casa, éramos 6 irmãos, para escolhermos o presente de Natal
    Meu tio Ascanio Pacheco Borges trabalhava na firma e nos facilitava assim a escolha dos tão desejados brinquedos da época.
    Nunca me esqueci desse fato pois eu me acha muito importante em poder escolher o que queria e achava bom demais o meu tio trabalhar numa fábrica de brinquedos como a Estrela que era “única”. Boas lembranças a gente não se esquece…

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  • 29 de julho de 2019 em 16:06
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    Meu primeiro emprego com carteira. Fui office-boy em 1963, depois fui p contas a pagar. Quando boy a gente gostava de levar documentos na seção de costura, só tinha mulher, no aniversário da empresa tinha uma festa o dia todo no CMTC clube, onde era eleita a miss Estrela, e uma delas casou com sr Mário Adler. A empresa tinha refeitório com uma comida caprichada. E o mostruário (show roon) era de cinema, tinha exposto todos os brinquedos, e com 14 anos a gente ainda era criança. Saudades.

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  • 30 de julho de 2019 em 07:50
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    Entrei em agosto de 87 e sai em Janeiro de 1991, ainda lembro meu Registro de Funcionário (79613), isso mostra o quão a empresa fez parte de minha vida, eu tinha apenas 14 anos quando comecei a trabalhar com registro em carteira, e foi a Estrela que tirou meu CPF, e ainda hoje após todos esses anos, ainda sinto orgulho de fazer parte da estória da Estrela.

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    • 5 de janeiro de 2020 em 08:05
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      o meu registro ainda não esqueci, era 69.710 lembro até hoje, tinha 14 anos e só sai da empresa após 15 anos de trabalho para cuidar da minha primeira filha.

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  • 18 de agosto de 2019 em 19:31
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    MEU nome Ailton Alves trabalhei 8 anos Porão de molde fui muito bem recebido por está empresa foi onde conheci a minha esposa Renata que trabalhava no enraizamento é estamos cansado 25 anos tenho muita saudade desta empresa foi uma honra ser funcionário desta empresa Estrela

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  • 30 de agosto de 2019 em 17:06
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    Meu pai Antenor Loureiro, apelido Castelo, trabalhou lá na década de 80.

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  • 31 de agosto de 2019 em 10:11
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    Trabalhei de 87 a 92 no Departamento Pessoal, muito boa empresa.

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  • 31 de agosto de 2019 em 10:14
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    Minha mãe Benedita Rodrigues, minhas tias Rosa Rodrigues e Margarida Rodrigues trabalharam como costureiras na empresa creio que antes dos anos 60 não sei precisar a data mas comentavam bastante de como gostavam de trabalhar lá se estivessem vivas iriam adorar saber das histórias dos funcionários.

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  • 31 de agosto de 2019 em 16:38
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    Trabalhei na Estrela 11 anos no depto pessoal depois supervisor de segurança patrimonial e limpeza. Profissionalmente devo muito a essa excepcional empresa extremamente organizada em tudo que fazia nota 1000. Os funcionários do depto pessoal promovem encontro anual até hoje já faz mais de 20 anos e participo sempre. Saudades ótimo tempo aquele. Perillo

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  • 31 de agosto de 2019 em 20:50
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    Quantas boas lembranças! Trabalhei na Estrela desde 1979 até 1991! Comecei na cooperativa e quando sai era assistente do jurídico! Brincávamos dizendo que era a mãe Estrela!

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  • 31 de agosto de 2019 em 22:26
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    Trabalhei lá na fabrica da rua Marcos Arruda nos anos 1960 à 1963, no controle de qualidade dos brinquedos. Foi muito bom!
    Tenho saudades das colegas de trabalho: A Cida, Neuza, Erotildes e outras, A Cida morava no comecinho da Vila Carrao, numa travessa da Rua Conselheiro Carrao, acho que na Diamante Preto, tenho muita saudades dela!!! Não sei o sobrenome dela então não tenho como encontrá-la. Se
    alguém souber me contate por favor!!!!

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    • 28 de janeiro de 2020 em 06:27
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      Sou Ricardo Ventura esposo de Nadir Marques Ventura que trabalhou como técnica em bonecas na Marcos Arruda no período de 61 a 76. Ela era cunhada de Renzo Di Francesco Colombo que era cronometrista da fabrica no período de 60 a 70 e que se casou com Neuza. O Chefe da Nadir era o Sr. Madureira. Ali também tinham como colega da Nadir, a Jane o Nain (vendedor) e muitos outros mais.
      Ela trabalhou 16 anos só nesse setor de concertos de bonecas, sempre na Fabrica da Marcos Arruda.

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  • 1 de setembro de 2019 em 13:35
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    Empresa muito conceituada, sinonimo de brinquedo,tive oportunidade de conhecer a unidade na Rua Cabo Norberto Weber e visitar sempre nas feiras do salão da criança e depois na Abrin seu stand.Feliz em saber que esta ativa e produzindo.Parabens a seus colaboradores e diretoria.

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  • 2 de setembro de 2019 em 14:28
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    Trabalhei em compras no ano 89/90, tenho muitas saudades dos meus amigos. Solange, Claudio,Paulinho gerente , Jackson, Ana e muitos outros…tempos bons…abraços a todos.

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  • 4 de janeiro de 2020 em 10:32
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    A minha vida,foi decolar depois dessa oportunidade que recebi de ser mais um dos quase 12 mil funcionarios dessa mãe Estrela,parque novo mundo,set 77a dez 98 como mecanico de manutenção, obrigado a voce Osmar e a voce Manolo pela energia e competencia com a qual me orientaram,me fiz um profissional de alto nivel,coloquei meus 2 filhos na faculdade ,sou grato pela empresa com o respeito e gratidão.que são merecedores,caso o Manolo ainda esteja na empresa do interior dê um grande abraço a esse homem a quem tenho muito carinho,quando meu pai ficou doente,me ajudou muito.

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  • 24 de janeiro de 2020 em 22:30
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    Meu nome é Ricardo Ventura sou marido de Nadir Marques da Silva, hoje Nadir Marques Ventura. Ela trabalhou em Brinquedos Estrelas na Marcos Arruda no Período de 1961 a 1976. Trabalhou na Seção de conserto das bonecas que vinham em garantia das lojas distribuidoras. Era técnica nas bonecas Amiguinha, Beijoquinha, Tagarela e tantas outras mais. Segundo ela tinha uma amiga que era a Jane, Seu chefe era o Madureira e muitos outros amigos que gostariam de se comunicar com eles.
    Nos casamos em 1973. Estamos a 46 anos casados.
    Eu era militar da Aeronáutica na época e inclusive ia com ela consertar brinquedos nas lojas onde ela prestar serviços de conserto de bonecas após o expediente da fabrica.

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  • 25 de janeiro de 2020 em 15:33
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    Nadir Marques da Silva, trabalhou em Brinquedos Estrelas na Marcos Arruda no periíodo de 1961 a 1976 como técnica em bonecas. Seu chefe era o Sr. Madureira e seus colegas de setor eram a Nena, Jane, Nain (vendedor) e outros mais.

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    • 21 de fevereiro de 2020 em 09:18
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      O meu nome é Mauro Itamar,filho de Paulo José de Souza que trabalhou na empresa

      nos anos 60.
      Gostaria de saber junto a vcs como era este tempo,pois embora criança na época me
      como meu era feliz em trabalhar na empresa.

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  • 14 de abril de 2020 em 18:32
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    Meu pai trabalhou na Estrela em 1960 foi o primeiro trabalho dele em SP infelizmente hoje falecido…

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  • 14 de abril de 2020 em 22:28
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    Gostaria de saber se alguém sabe informar, por favor, o nome dos donos quando ela faliu para depois ser adquirida pelo Sr. Siegfried Adler.

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  • 12 de junho de 2020 em 00:06
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    A fábrica original ficava na Marcos de Arruda, Belenzinho. Eu nasci nessa rua na década de 1950. Toda tarde por volta das 17:00, meu avô colocava uma cadeira na calçada, e acompanhado de seu cachimbo, posicionava-se para ver as ‘moças da Estrela’ passarem, a caminho de suas casas subindo a Marcos de Arruda na direção da Celso Garcia onde pegavam sua condução. Isso aconteceu durante os anos 50 e 60 até sua morte. Muitas das moças ao passarem brincavam com ele, pois ele era bem conhecido por elas. A partir de 1973 eu me mudei com meus pais para o Pque Novo Mundo, para onde a fábrica se mudou também

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  • 15 de junho de 2020 em 17:26
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    Nós podemos ter uma poderosa indústria paulistana que seja referência mundial. Para isso precisamos de livre mercado, desregulamentação, desburocratização, redução de impostos.

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