Sobre a SP in Foco

Um Resgate da Cidade

Surgida da minha paixão pela história de São Paulo, a SP In Foco, passou a resgatar as histórias, curiosidades, fotos e acontecimentos da maior metrópole da América Latina. Aqui você obterá resultados para perguntas como:

O quê existia antes da Catedral da Sé?

Por que a estação Ana Rosa tem esse nome?

De onde veio o Largo do Arouche?

E muitas outras coisas do gênero. Através de todas as minhas pesquisas, conhecimentos, leituras e passeios, tento contextualizar os acontecimentos que marcaram nossa existência e conspiraram para ajudar São Paulo a chegar onde estamos hoje. E, aparentemente, não estou sozinho!

São quase 10 mil pessoas que me visitam mensalmente para compartilhar, debater e sugerir temas e mais de 11 mil fãs no Facebook que contribuem com fotos e grandes comentários sobre as fotos mais icônicas da nossa história. Se você se interessa pelo tema, quer contribuir com o assunto e gostou da iniciativa, pode começar a navegar e se divertir!

Qualquer problema, dúvida, sugestão ou outro assunto do gênero, só enviar um e-mail para spinfoco@spinfoco.com.br . Respondo rapidinho!

Seja bem-vindo e divirta-se!

5 comentários em “Sobre a SP in Foco

  • 5 de julho de 2016 a 11:32
    Permalink

    Nossas congratulações pelo primor e sentimento de dedicação ao site “História de São Paulo”, que tanto nos envaidece pelo seu vigor significativo exteriorizando a história dessa gente de Piratininga.

    Nosso solo abençoado pelo louvor ao Santo Padre José de Anchieta, aquele jovem religioso vindo das Canárias, que se revelou no Brasil o primeiro professor, médico, milagroso, navegador e estrategista, que a todos subjulga pela sua singular historia e grandeza de vida.

    Revelando nossa história estaremos dignificando melhor a consciência de futuro, enobrecendo a alma e fortalecendo o coração das novas gerações no amor à nossa Pátria.

    Sucesso ao staff do singular site cultural de São Paulo.

    Ney de Araripe Sucupira
    Delegado da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra
    São Paulo

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  • 19 de setembro de 2016 a 19:05
    Permalink

    Acabei de ler o post sobre a história do bairro do Jabaquara, mencionando a Cidade Vargas e a Cidade Ademar. Morei no bairro da Cidade Vargas, dos 06 aos 12 anos, ou seja a partir de 1943. Deixo aqui um testemunho que me é muito querido. Esse bairro foi construído para abrigar famílias de jornalistas e comerciários. Lá meu pai, como comerciário (trabalhava na famosa Casa Los Angeles da rua Barão de Itapetininga, no seu auge), comprou a nossa primeira casa. Esse bairro tinha caraterísticas dos bairros americanos, em que as casas não tinham muros na frente e nos fundos, as casas era separadas por cerca de arames farpados. Os terrenos eram mto grandes, e as casas tinham bonitos estilos, algumas até bastante grandes. Havia na época, apenas dois onibus, que serviam o bairro: um ia do bairro para a cidade, e o outro voltava da cidade para o bairro. Quem morava ali, descia num ponto antes do final onde é hoje (não tenho certeza se ainda existe a garagem dos onibus. Lá morava mtas pessoas famosas como a família Wilson Fitipaldi, que por sinal eram vizinhos nossos, jornalistas famosos, que no momento não me lembro do nome, Mario Donato escritor, muitos estrangeiros como a família do Sr. Sergio Lynn que trabalhou anos na Folha de S.P, Ruth Rozenthal, que era casada com um engenheiro, e que era correspondente da revista americana Mc ‘ Calls, e com eles (judeus ingleses), aprendi as primeiras palavras em inglês. Outro jornalista que só lembro o sobrenome Thompson, cuja filha Cecília Thompson foi jornalista do “O Estado de São Paulo”, a atriz Marli Bueno, e tantos outros que teria que fazer uma pausa para lembrar, pois estou com 78 anos. O leiteiro vinha de charrete entregar o leite em casa, não tínhamos nenhum recurso na época. A feira mais perto ficava na frente do Colégio Arquidiocesano na Vila Mariana. O Colégio para meninas (na época havia colégios para meninos e outros para meninas) e para meninas o mais próximo era o Colégio São José, da rua da Glória onde estudei, até o clássico (hoje ensino médio). Havia festas juninas na Pça denominada Pça 11, porque as ruas do bairro eram todas por número. Eu morei na rua 6, número 191. Essas festas eram muito bem organizadas, era uma confraternização dos moradores. Saí de lá com 12 anos mais ou menos, e nunca mais voltei. Sei que tudo mudou, lógico o tempo passa e as coisas se alteram. Parabéns à voces por me lembrarem desses tempos tão felizes, em que eu andava de bicicleta , sem nenhum perigo. E por estarem coletando histórias dos bairros de São Paulo e seus monumentos. Nada existe sem a história.

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    • 20 de setembro de 2016 a 13:32
      Permalink

      Muito obrigado por dividir esse depoimento com a gente! Sempre que o senhor quiser compartilhar lembranças como essa, sinta-se à vontade!

      :)

      Responder
    • 19 de fevereiro de 2017 a 21:41
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      nasci e fui criada na rua jaguarão na cidade vargas. minha casa hoje faz parte do conglomerado do colégio ressurreição.

      Responder

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