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	Comentários sobre: A história perdida: a demolição de edifícios antigos de SP	</title>
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		<title>
		Por: Antonio Carlos Graziani Machado		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Carlos Graziani Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Mar 2023 23:31:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nossa, que bairrismo do nosso amigo Junior. E bastante deselegante. O artigo tomou como tema as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, os mais importantes centros do país. No entanto, existem inúmeras cidades glamourosas e lindas pelo Brasil, também Recife, que tem o seu valor histórico. E só não foram mencionadas no artigo. Talvez por falta de tempo de maior pesquisa. Moro em São Paulo, fui projetista e adoro arquitetura; e sei da eterna critica de muita gente sobre o passado sem memória da arquitetura paulista. Por coincidência, tive um patrão Armando Rebolo, arquiteto e filho do Francisco Rebolo, da era modernista. E funcionário do Ipham também. Convivi com ele e visitei algumas obras tombadas pelo dpto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa, que bairrismo do nosso amigo Junior. E bastante deselegante. O artigo tomou como tema as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, os mais importantes centros do país. No entanto, existem inúmeras cidades glamourosas e lindas pelo Brasil, também Recife, que tem o seu valor histórico. E só não foram mencionadas no artigo. Talvez por falta de tempo de maior pesquisa. Moro em São Paulo, fui projetista e adoro arquitetura; e sei da eterna critica de muita gente sobre o passado sem memória da arquitetura paulista. Por coincidência, tive um patrão Armando Rebolo, arquiteto e filho do Francisco Rebolo, da era modernista. E funcionário do Ipham também. Convivi com ele e visitei algumas obras tombadas pelo dpto.</p>
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		<title>
		Por: Jim		</title>
		<link>https://www.saopauloinfoco.com.br/historia-edificios-demolidos/#comment-9702</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jim]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Apr 2021 04:39:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Excelente,Júnior. O Brasil precisa conhecer melhor sua História,da qual Recife é a cereja do bolo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente,Júnior. O Brasil precisa conhecer melhor sua História,da qual Recife é a cereja do bolo.</p>
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		<title>
		Por: Abrahão Oliveira		</title>
		<link>https://www.saopauloinfoco.com.br/historia-edificios-demolidos/#comment-2205</link>

		<dc:creator><![CDATA[Abrahão Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2018 12:57:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.saopauloinfoco.com.br/historia-edificios-demolidos/#comment-673&quot;&gt;Júnior&lt;/a&gt;.

E o que isso tem a ver com o artigo que eu escrevi?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.saopauloinfoco.com.br/historia-edificios-demolidos/#comment-673">Júnior</a>.</p>
<p>E o que isso tem a ver com o artigo que eu escrevi?</p>
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		<title>
		Por: Leticia		</title>
		<link>https://www.saopauloinfoco.com.br/historia-edificios-demolidos/#comment-2204</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leticia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2018 08:07:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://www.saopauloinfoco.com.br/historia-edificios-demolidos/#comment-673&quot;&gt;Júnior&lt;/a&gt;.

De que adianta vir de nariz empinado querer ocupar o palco se sua introdução foi deselegante?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://www.saopauloinfoco.com.br/historia-edificios-demolidos/#comment-673">Júnior</a>.</p>
<p>De que adianta vir de nariz empinado querer ocupar o palco se sua introdução foi deselegante?</p>
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		<title>
		Por: Júnior		</title>
		<link>https://www.saopauloinfoco.com.br/historia-edificios-demolidos/#comment-673</link>

		<dc:creator><![CDATA[Júnior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Mar 2017 10:34:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Marcelo Bortoloti, antes de se propor a escrever um artigo do gênero, devia ter se preparado melhor.
Recife já foi a urbe mais rica do Brasil, mas por incrível que pareça não é tratada como cidade histórica. No século XVI, era Olinda o local mais próspero da América Portuguesa, mas esta foi destruída em 1631 pelos holandeses, e o Recife tomou o seu lugar em importância. A primeira obra de grande porte do Brasil foi o Palácio de Friburgo, sede da Nova Holanda construída por Nassau. Já em Salvador, quase todas as construções eram de taipa, inclusive o tão falado &quot;Palácio do Governo&quot; (uma casa de pau a pique). Somente no fim do século XVII Salvador viu o surgimento de construções maiores em alvenaria, com a elevação de sua Diocese à condição de Arquidiocese. No início do século XVIII, apenas Recife e Salvador tinham construções imponentes. O Recife, por exemplo, tinha inúmeros sobrados coloniais de cinco pisos.
Recife e arredores (Olinda, Igarassu, Jaboatão dos Guararapes, Ipojuca), mesmo com toda a destruição do patrimônio histórico, conservam diversos exemplares barrocos de excepcional importância; e olha que a Capitania de Pernambuco construía as igrejas às suas expensas (por não ser a sede da igreja católica no Brasil, não recebia doações para a construção dos seus templos, então os abastados comerciantes e senhores de engenho locais cansavam de esperar e levantavam as igrejas e conventos às próprias custas). Recife tem muitas igrejas barrocas, como a Capela Dourada, a Basílica do Carmo, a Concatedral de São Pedro dos Clérigos, a Matriz dos Santíssimo Sacramento de Santo Antonio, a Madre de Deus e muitas outras. Juntando com as de Olinda, Igarassu, Jaboatão, todas muito próximas, dá um roteiro barroco dos melhores.
Um dos maiores crimes cometidos contra o patrimônio histórico do Recife foi a abertura da Avenida Dantas Barreto, quando centenas de sobrados coloniais foram eliminados e, para permitir a conclusão da obra, o então presidente Médici destombou a Igreja dos Martírios — que era protegida pelo IPHAN —, permitindo a sua destruição.
Recife teve também o primeiro teatro do Brasil construído por engenheiro não-militar, os primeiros prédios neoclássicos, e também teve ótimos exemplares ecléticos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marcelo Bortoloti, antes de se propor a escrever um artigo do gênero, devia ter se preparado melhor.<br />
Recife já foi a urbe mais rica do Brasil, mas por incrível que pareça não é tratada como cidade histórica. No século XVI, era Olinda o local mais próspero da América Portuguesa, mas esta foi destruída em 1631 pelos holandeses, e o Recife tomou o seu lugar em importância. A primeira obra de grande porte do Brasil foi o Palácio de Friburgo, sede da Nova Holanda construída por Nassau. Já em Salvador, quase todas as construções eram de taipa, inclusive o tão falado &#8220;Palácio do Governo&#8221; (uma casa de pau a pique). Somente no fim do século XVII Salvador viu o surgimento de construções maiores em alvenaria, com a elevação de sua Diocese à condição de Arquidiocese. No início do século XVIII, apenas Recife e Salvador tinham construções imponentes. O Recife, por exemplo, tinha inúmeros sobrados coloniais de cinco pisos.<br />
Recife e arredores (Olinda, Igarassu, Jaboatão dos Guararapes, Ipojuca), mesmo com toda a destruição do patrimônio histórico, conservam diversos exemplares barrocos de excepcional importância; e olha que a Capitania de Pernambuco construía as igrejas às suas expensas (por não ser a sede da igreja católica no Brasil, não recebia doações para a construção dos seus templos, então os abastados comerciantes e senhores de engenho locais cansavam de esperar e levantavam as igrejas e conventos às próprias custas). Recife tem muitas igrejas barrocas, como a Capela Dourada, a Basílica do Carmo, a Concatedral de São Pedro dos Clérigos, a Matriz dos Santíssimo Sacramento de Santo Antonio, a Madre de Deus e muitas outras. Juntando com as de Olinda, Igarassu, Jaboatão, todas muito próximas, dá um roteiro barroco dos melhores.<br />
Um dos maiores crimes cometidos contra o patrimônio histórico do Recife foi a abertura da Avenida Dantas Barreto, quando centenas de sobrados coloniais foram eliminados e, para permitir a conclusão da obra, o então presidente Médici destombou a Igreja dos Martírios — que era protegida pelo IPHAN —, permitindo a sua destruição.<br />
Recife teve também o primeiro teatro do Brasil construído por engenheiro não-militar, os primeiros prédios neoclássicos, e também teve ótimos exemplares ecléticos.</p>
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