Uma recordação do Tamanduteí – A Ilha dos amores

No final do século XIX, mais especificamente entre 1870 e 1880, existiu em São Paulo, próxima da atual Rua 25 de março, uma ilha que ficou conhecida como a “Ilha dos Amores”. São vários os relatos de como essa simpática estrutura surgiu, mas a mais aceita é a de que a ilha foi um pedaço de terra que sobrou após a primeira retificação do Rio Tamanduateí. Ali foi instalado um quiosque de comidas e bebidas, um espaço de descanso e uma casa de banhos, espaço bastante útil em tempos sem água encanada.

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Um breve registro da água encanada em São Paulo

Quando falamos em abastecimento de água, ainda mais em uma metrópole como São Paulo, a primeira coisa que vem à cabeça são as megaestruturas de represas, além de uma boa água tratada correndo pelos canos e caixas d’água de toda cidade. Mas nem sempre foi assim, ainda mais em São Paulo, onde toda nossa infraestrutura foi desenvolvida “por necessidade” e não por planejamento prévio. No final do século XIX ainda dependíamos de chafarizes e fontes que, atualmente, são sinônimos de embelezamento. Esse sistema, de chafarizes e fontes, são o tema do resgate de hoje e, grande parte do texto a seguir, foi encontrado no acervo da Assembleia Legislativa de São Paulo.

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A história dos “pisos de caquinhos em São Paulo”

Por volta de 2013, um artigo escrito pelo engenheiro Manoel Henrique Campos Botelho fez um estrondoso sucesso nas redes sociais e na internet, de maneira geral. Muitos portais replicaram o mesmo texto, mas não foram atrás da fonte original. O artigo em questão, publicado na revista Brasil Engenharia número 614 é brilhantemente escrito. Reproduzo-o abaixo com alguns acréscimos de imagens.

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