O Quartel do centro de São Paulo: a história do Tabatinguera

O Parque Dom Pedro II, no centro de São Paulo, possui um edifício recheado de muitas histórias e que, infelizmente, está abandonado pelo poder público. Para quem nunca reparou, trata-se do 2º Batalhão de Guardas, com 8.400 metros quadrados, onde ainda é possível ver a seguinte frase: “Por aqui passaram os melhores soldados do Exército Brasileiro”.

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Uma curiosidade da Sé: o relógio da Catedral e o trabalho de Henrique Fox

Um dos monumentos mais importantes da nossa cidade, a Catedral da Sé, já teve três versões, sendo a que conhecemos hoje, a última e mais nova delas. Entretanto, em sua segunda versão, mora uma das curiosidades que, particularmente, acho uma das mais legais desse monumento histórico. Trata-se do relógio da Catedral da Sé. Os arquivos do Legislativo Paulista mostram todo o processo e cuidado com esse ponto de referência. As referências históricas da cidade relatam que a trajetória do relógio é iniciada através de uma carta do bispo diocesano de São Paulo, Dom Manuel Joaquim Gonçalves de Andrade ao então presidente da Província de São Paulo, Raphael Tobias de Aguiar.

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50 anos do primeiro Plano Urbanístico Básico de São Paulo

Lendo o jornal da Folha de São Paulo de hoje, dia 12 de março, uma importante memória foi impressa na pequena parte que trata do Acervo do jornal. Trata-se de uma matéria veiculada no dia 12 de março de 1969 com o seguinte título: Uma cidade nova nascerá em São Paulo. Na ocasião, um grupo técnico, formado por brasileiros e norte-americanos desenvolveu um estudo para definir o que foi chamado de “Plano Urbanístico Básico” para São Paulo.

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A história da primeira bomba de “gazolina” de São Paulo

Uma das maiores curiosidades que pude encontrar, enquanto pesquisava sobre a história da cidade fica por conta da seguinte matéria, do Correio Paulistano, datada do dia 24 de janeiro de 1954. O título é o seguinte: “Assistiu a instalação da primeira bomba de gazolina em São Paulo”. A linha fina vem com a seguinte informação: “Orlando Ferreira de Melo, paulista de São Simão,  ingressou no ramo quando a cidade tinha menos de mil automóveis e a gasolina era vendida em caixasa, ao preço de 10  mil réis…- Havia em 1917 maior procura de querosene – 36 anos numa mesma companhia: a Esso Standard do Brasil, onde começou “office-boy” e hoje é o gerente do Distrito de São Paulo”.

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